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Vou marcar uma consulta com o Freud

Devo mesmo estar a precisar de viajar. Se a semana passada sonhei que estava de viajem por Nova York com os amigos, este fim-de-semana sonhei que estava pelo Japão. Se isto não é o meu inconsciente a dar-me pistas de uma necessidade urgente então não sei como interpretar isto!

Hoje fiz as malas

Escolhi algumas roupas, gorros e cachecóis, enfiei meia dúzia de cosméticos num estojo, uma carteira e dois pares de calçado e fechei a mala. Novamente com a sensação que me esqueci de alguma coisa e que vai faltar algo quando chegar ao destino. Confirmei se tinha todos os documentos, dinheiro e telemóveis. E depois... depois acordei e não consegui dormir mais. Não sei qual era o destino, não sei com quem ia e nem quando ia. Sei que viajar é tão bom que até os meus sonhos são invadidos.

É com cada sonho

Já quase nada me espanta no teor dos meus sonhos. Tenho os sonhos mais estranhos e pormenorizados de todas as pessoas que conheço. Então esta semana têm sido dias férteis para os sonhos. Já sonhei que tinha arranjado trabalho (mas que depois não sabia encontrar o local de trabalho e por isso perdi o emprego), já sonhei com doenças (e não é só uma, é logo muitas no mesmo sonho. Muitas, estranhas e complicadas.), já sonhei com duas amigas que ficavam grávidas ao mesmo tempo e hoje foi a vez de sonhar com algo caricato. O chamado sonho típico de mulher. Sonhei que vinha a pé para casa (esta parte de vir a pé deve ser o meu inconsciente que me deve estar a querer passar alguma mensagem subentendida quanto ao exercício físico) e que pelo caminho encontrei uma pilha de calçado novo com montes de pares de sapatos lindos e todos abandonados. Era só parar, escolher e trazer. E ainda por cima eram do meu número. Entretanto começaram a aparecer mais mulheres e já se sabe que sempre que se metem…

Benfiquite aguda

Acordar a meio da noite a trautear a música "o campeão voltou, o campeão voltou, o campeão voltou" porque se estava a sonhar que o Benfica estava a jogar contra o Porto, jogo renhido, e o glorioso no final ganha 2-1. Já é um pouco doentio uma pessoa ter sonhos desta natureza (e lembrar-se deles quando acorda), quanto mais acordar a cantar a música do campeão. Sinceramente, acho que já não há  cura para mim.

Quero. Quero muito.

Um dia que tenha uma casa quero muito ter um alpendre assim, grande, prazeroso, que convide a conversas noite dentro, que vicie o convívio nas tardes solarengas de Inverno. Quero ter um espaço onde possa saborear as palavras dos outros, saborear os meus pensamentos e apreciar o céu.
Mas como (ainda) não tenho uma casa minha (e ainda vou ter de esperar muito até conseguir), fico-me só pela ideia e pelo banquinho que tenho no jardim cá de casa que vai dando para o gasto.

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