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De regresso

Depois de uma semana atípica, em que festejei o meu aniversário e estive, depois, uns dias de férias por Lisboa, esta segunda-feira nem custa tanto. O sair das nossas rotinas e dos nossos lugares, nem que seja só para ir ali, ao virar da esquina, e rever certos lugares faz bem à alma, muito bem! E soube-me tão bem estar "desligada" por uns dias, perder-me pelas ruas de Lisboa, ao meu ritmo, revisitar o encanto Lisboeta.









Em contagem decrescente para Casablanca

E daqui a duas semanas, estou de malas aviadas a caminho do oitavo pais que vou conhecer.

Desta vez vamos um grupo maior mas sem nenhum roteiro definido. Vamos de mente aberta e preparados para descobrir, sem itinerário definido. A expectativa é muita. Deixamos o conforto e a segurança das países da Europa (atendendo ao que se tem passado recentemente pelos vários países da Europa, já não sei se se continua seguro por cá) e aventurarmo-nos por África.
Quem já esteve em Casablanca?

Museu Vivo da Fogaça

No último fim-de-semana, atendendo a que eram os meus últimos dias de férias, aproveitei para ir mais a família desfrutar dos encantos do nosso pais. Repartimos o tempo entre uma cidade que todos gostamos muito (Aveiro) e outra que pouco conhecíamos (Santa Maria da Feira) e foi um tempo muito bem passado. E passeio que se preze, pelo menos para mim, tem de envolver comida boa e novas descobertas. E desta vez a novidade veio de Santa Maria da Feira e dos seus doces tradicionais.
Da última vez que fui a Santa Maria da Feira, por altura de um jogo de futebol do meu Benfica, dei um saltinho rápido a uma pastelaria recomendada por uma amiga para provar os doces típicos da terra - as fogaças e os caladinhos
Desta vez essa pastelaria estava encerrada para férias por isso tivemos de ir à procura de outra (ir a Santa Maria da Feira e não comer uma fogaça é como ir a Roma e não ver o papa e se em Roma eu vi o papa, então em Santa Maria da Feira tinha mesmo de comer uma fogaça). E foi assim q…

Casablanca

Está escolhido o próximo destino! Desta vez somos seis pessoas a aventurarem-se pelo continente africano. E é já daqui a dois meses. 
Em pulgas para ir conhecer uma cultura tão diferente da nossa e de tudo aquilo que já visitei. Super curiosa para sair do conforto do conhecido e partir à descoberta.  Quem já foi? O que é que é obrigatório visitar em Casablanca? Deixem-me dicas do que fazer e (sobretudo) do que não fazer para que esta viagem seja memorável.

Guns N´ Roses

Amanhã, por esta hora, estarei no Passeio Marítimo de Algés a ver estes senhores!
Que Junho comece com a banda sonoro certa!

Stroopwafels - uma perdição de origem holandesa

Na minha última viagem a Amesterdão tive o prazer experimentar uma das doçarias típicas dos holandeses: os stroopwafles. Se a gastronomia da Holanda é, no geral, assim para o fraquinho estes wafles conquistaram-me o coração! Só de pensar já estou a sentir palpitações! Basicamente são wafles feitos com duas camadas finas de massa e um recheio de calda espessa (os que provei eram de caramelo). Podem comer assim à esfomeado sem paciência apara esperar ou podem ainda levar ao microondas por uns segundos ou pôr por cima da chávena do chá quente para aquecer ligeiramente a calda e ficar a derreter assim que lhe dão uma dentada.
Como sou boa pessoa e não gosto de esconder as coisas boas desta vida, trouxe uma caixinha desta doçaria para a minha irmã provar e à primeira dentada que ela deu os olhos até reviraram. Agora estamos as duas num dilema: descobrir onde é que se vende disto aqui pelas redondezas. Se entretanto alguém souber, que não seja egoísta e partilhe porque a humanidade (pelo m…

E então, que tal Amesterdão?

Amesterdão é uma cidade bonita, acolhedora e diferente. Diferente da maioria das grandes cidades europeias por onde já passei mas muito igual entre ela. A maioria das ruas são iguais dando a sensação de deja vú a cada virar da esquina. É uma cidade descomplexada, liberal e relaxada. Uma cidade onde a chuva não preocupa as pessoas, onde os animais de estimação vivem em sintonia na maioria dos sítios, onde a cor preenche as ruas e a arquitetura geometricamente imperfeita de muitas das casas marca o panorâma. Uma cidade onde é obrigatório andar de bicicleta, passear de barco pelos canais, andar sem destino pelas diferentes pontes e apreciar a vida calma daquelas pessoas. Foram 5 dias de descoberta, de muitos quilómetros a pé, de muitas gargalhadas e também muitas fotografias. Quanto à gastronomia, tirando as fabulosas lojas de queijo e os fantásticos waffles, é uma gastronomia pobre se comparada com Itália, Espanha, França ou, à nossa maravilhosa comida portuguesa.  Deixo-vos, para já, …

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