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Os anos dourados de estudante universitária

Esta semana voltei à Universidade. À "minha" universidade. Só que desta vez não foi para estudar mas por motivos de trabalho. E nas duas vezes que estive lá fui-me cruzando com vários grupos de estudantes que estavam em praxe. Sem nunca parar, mas também sem acelerar o passo, fui deitando um ouvido àquilo que os diferentes grupos iam cantarolando ou gritando a plenos pulmões por ordem de algum "superior". E digo-vos que os meus ouvidos já estavam esquecidos de tais cantarolas de teor duvidoso (e com letras que metem a Rosinha ou o Quim Barreiros num bolso). Ouvi cada preciosidade que me fez rir enquanto andava sozinha. Ouvi frases que me fizeram lembrar os famosos piropos associados aos senhores das obras. E digo-vos que bateu a saudade... não a saudade de ser praxada ou de praxar (até porque praxei muito pouco. Havia coisas mais interessantes e úteis a fazer) mas saudade de estudar, de voltar àquela universidade, de sentir aquela adrenalina dos prazos, dos exames…

Até já

Nunca gostei de despedidas. Sejam elas de que tipo for. Despedidas de pessoas ou de lugares, temporárias ou definitivas nunca gostei da palavra despedida. Por isso é que prefiro sempre despedir-me com a ligeireza de quem se voltará a ver muito em breve. Seja esse breve daqui a meia dúzia de dias, meses ou indefinido. Não é que não tenha consciência das separações, do tempo que irá demorar até ao próximo abraço, ao próximo olhar, ao próximo sorriso. Apenas é a minha maneira de não tornar tão custosa a separação.
Boa viagem Su a até já.

A arte de bem atender

Ontem precisei de ir a uma reprografia para imprimir uma pilha enorme de folhas (quase 20 euros que deixei lá para daqui a uns dias essas folhas servirem para acender a salamandra, mas pronto...). Como estava por Braga, cidade onde fiz a minha licenciatura e mestrado, lá fui eu à famosa "ruas dos bares e das reprografias" para imprimir tudo. Fui à reprografia onde ia durante o primeiro ano que estive na universidade e onde o meu curso tratava de tudo o que era fotocópias. Já lá vão 10 anos (como é que já vai à tanto tempo!!??) e quando entrei lá senti que tinha parado no tempo.  A mesma disposição, o mesmo cheiro a papel, as listas organizados por cursos em cima do mesmo balcão encostado a uma das paredes, as mesmas pessoas atrás do balcão. Uma família simpática que conhece os seus clientes. E quando digo conhece não estou a exagerar. Conhece mesmo. Fui lá mais o meu namorado, ambos já saímos da universidade à quatro anos (e eu já "sai dessa reprografia" à muito m…

De corpo e alma

Ontem, enquanto estava no ginásio, e tal como é habitual, lá pus os headphones nos ouvidos, escolhi uma lista com músicas aleatórias no spotify e comecei a pedalar. De repente começo a ouvir músicas que me remeteram automaticamente para os meus tempos de adolescência (Backstreet Boy, Britney Spears, Christina Aguilera e outros que tais). Tempos em que seguia as bandas do momento, em que comprava a revista Bravo e a Super Pop religiosamente para saber tudo e mais alguma coisa dos meus cantores preferidos (ai Enrique Iglesias...).  E que nostalgia que isso me trouxe.  De facto, ir ao ginásio não é só para tratar do corpo. É sobretudo rejuvenescer a alma.

À oito anos que partiste...

E fazes tanta falta. E as saudades? Essas são mais do que muitas. Mas as boas lembranças fazem recordar-te com um sorriso nos lábios. Um beijinho muito especial avô. Continuas a fazer parte dos nossos dias, só não estás é aqui em baixo. Mas olhas por nós todos aí de cima.

Como as pequenas coisas podem alegrar o nosso dia

Uma das minhas melhores amigas está a morar em Paris à cinco anos. No inicio foi estranho não a ter todos os dias, não conversar com ela a todas as horas e saber que se precisasse, ela não estaria ali perto, pelo menos fisicamente. Com o tempo uma pessoa habitua-se à distância, arranja formas de matar saudades e convence-se que esta é a realidade de agora e que não vale a pena lamentar. Sempre que queremos conversar, falamos pelo telefone fixo porque as chamadas são grátis (para além dos e-mails e das mensagens pelo facebook). Por vezes isso é um pouco limitativo porque nem sempre os horários coincidem e nem sempre estamos as duas em casa às mesmas horas. Mas no Domingo ela ligou-me para o telemóvel. Precisava de um pequeno favor com alguma urgência e ligou-me para o telemóvel. E hoje, quando fui à lista de chamadas para fazer uma outra chamada e vi lá o nome dela nas chamadas perdidas deu-me uma certa alegria e ao mesmo tempo nostalgia. Nostalgia do tempo em que o nome dela estava q…

Quem se lembra disto?

Vocês nem imaginam o quanto eu gosto deste chocolate. Não sei se é somente pelo maravilhoso sabor ou pelas recordações que me traz dos meus treze/catorze anos quando andava no ciclo e no intervalo maior ia ao bar comprar um chocolate destes para depois levar para as aulas. E que adrenalina era transgredir a regra de não se poder comer na sala de aula e à socapa meter um pedaço de chocolate à boca e deixá-lo simplesmente derreter para os professores não notarem. A noção de transgressão antigamente era ingénua e pura. Tão pura como meter um pouco de chocolate à boca. Que boas recordações daquela época em que tudo eram emoções fortes, em que tudo era um problema enorme (mesmo que no dia seguinte já nem me lembrasse dele) e em que tudo era uma descoberta. Acho que este chocolate me leva para esse tempo. E como eu gostei desse tempo. Acho que desde ai nunca mais comi deste chocolate e hoje lembrei-me dele.

Vida académica e as saudades que isso deixa

Esta semana tem lugar a receção ao caloiro na universidade onde fui muito feliz. E só de pensar que já passaram quase dez anos desde o primeiro dia em que pus os pés naquela universidade é coisa para me deixar com uma certa nostalgia...
O meu conselho para todos os que agora começam é para aproveitarem ao máximo estes anos porque sem dúvida os vão lembrar sempre como uns dos melhores anos de sempre. E como diz o cartaz deste ano "ri-te enquanto podes" porque não sabes o que o futuro te reserva!

O nosso mar

Já tenho saudades de estar perto do mar. De sentir aquele cheiro tão típico, de ouvir as ondas, de ver o mar tocar o céu e de ficar serena. De corpo cansado, mas de alma ligeira. De ver o nosso mar.
Recuso-me a que esteja acabada a época de visitar o mar sempre que possível para aproveitar o sol e descansar a mente. De correr ao fim-de-semana para a praia e saber que cheguei ao destino pelos simples barulhos característicos e cheiros tão próprios. Da bebida gelada na esplanada. Da areia nos pés. Da pele quente no final do dia. Do cabelo solto a bater na cara. Do ar condicionado sobre a pele quente na viagem de regresso.
Quero mais mar, mais praia, mais cansaço bom ao fim do dia.

Doces recordações

Não há vez nenhuma que oiça esta música e não me recorde do meu primeiro ano de universidade. Esta era a "música do momento". E foi ao som desta música que passei grandes noitadas académicas, daquelas que só parávamos de manhã, quando os pés não aguentavam mais ou quando as aulas começavam cedo! Foi ao som desta música que eu e a D. nos divertimos bastante. E não consigo deixar de esboçar um sorriso sempre que oiço esta música.
Porque há músicas que nos remetem para determinados momentos da nossa vida e esta é uma delas... E já lão vão alguns anos, quase 10 anos...

Das coisas que já estava com saudades...

De andar descalça na relva! E hoje foi dia de matar saudades disso... e sabe tão bem!
(Agora vou só ali esfregar os pés num instantinho, que tenho os pés todos sujos!...)

Memórias da minha infância

Estes bolos lembram-me tanto a minha infância!... Sempre que a minha mãe ia à segunda-feira ao mercado, dava-me sempre um bolo destes!
Agora raramente encontro PATAS DE VEADO! E tão bons que são, com um sabor maravilhoso a canela e bastante creme a cobri-lo!



Mais alguém conhece esta delicia?

Das coisas que eu tenho saudades

De estar horas a jogar à sueca, ao desconfia, às copas, à bisca do sete, à bisca do três, às orelhas, ao sobe e desce... basicamente, saudades de estar horas a fio a jogar as cartas com os amigos!

Boa noite.

Das coisas que me trazem (muitas) saudades da escola primária

Do leite que nos davam no intervalo, na escola primária!  Era todo um ritual... distribuir o leite pela turma, beber o leite na sala e depois ir para o intervalo! E que bonitos que eram os pacotes do leite!

Das coisas que eu tenho saudades

DOURADINHOS
Eu sei que há aos montes deles nos supermercados, mas já há muito que não deito o dente a uma coisas destas e confesso que tenho algumas saudades... Não sei porquê mas lembram-me do tempo que andava no ciclo (vá-se lá entender a nossa memória seletiva e as recordações que guardamos...)

Das coisas que eu tenho saudades...

FARTURAS 

Até salivo só de olhar para as imagens!
Boas de mais para só nos lembrarmos delas nas festas populares!

Das coisas que eu tenho saudades

De me perder no tempo a jogar à macaca!
Que infância feliz em que o tempo era passado ao ar livre e a brincar com outras crianças e não em frente ao computador, à playstation ou amarrada ao telemóvel o dia todo... fechada em casa...

Das coisas que eu tenho saudades

PINTAROLAS
Faz-me taaaaanto lembrar a minha infância.  Os domingos de manhã quando ia com a minha tia ao supermercado e ela me perguntava sempre "queres alguma coisa?" e eu respondia sempre o mesmo "não, deixa estar, não quero nada". Mas o que é certo é que ela me dava à mesma um frasco de pintarolas e eu adorava.  Que nostalgia...

Das coisas que eu tenho saudades...

Andar de bicicleta...

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