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A mostrar mensagens com a etiqueta trabalho

O peso do trabalho

Questiono-me sobre o quão pesada deve ser a minha pasta de trabalho quando a coloco no banco do passageiro e o carro assume que vai ali alguma pessoa sentada e começa a dar sinal para colocar o cinto de segurança. Ou os sensores dos carros são feitos a pensar em pessoas peso-pluma ou então em ando mesmo com muito peso na minha pasta (desconfio que seja um misto das duas opções).

Desabafo pessoal

Uma semana depois de ter voltado ao trabalho e já estou a precisar de férias. Era tanto assunto pendente para tratar (por causa de ter estado 15 dias out em lua-de-mel) que só hoje é que me comecei a organizar no meio de tanta coisa. Só hoje é que comecei a ver a luz ao fundo do túnel face aos muitos e-mails por responder/tratar, relatórios para corrigir, consultas para preparar e dar, estagiários para supervisionar e afins.  Entretanto, quando meter a chave à fechadura lá em casa vou perceber que o caos ainda está instalado lá por casa, ainda há muitas caixas por arrumar, ainda há muitos armários por organizar, ainda há muitas coisas para comprar para que a nossa casa deixe de ser uma casa e passe a ser um lar.  Claro que, com este cenário, é óbvio que assim que eu me estendo no sofá para ver um filme ou uma série, ainda nem o genérico terminou e já eu estou a dormir (e só não me estou já a babar porque o sofá é novo e é capaz de ficar manchado...).

Como começar a semana em nervos

Sair de casa com tempo e mais que tempo para chegar ao trabalho antes da hora, apanhar obras na estrada, ver os minutos a passar, a hora de entrada a aproximar-se, os nervos a aumentar... e depois de muito nervoso miudinho, lá conseguir chegar exactamente às 9:30h, hora que hoje iniciava o dia de trabalho. Ufa... Amanhã venho por ouro caminho, nem que tenha de andar mais kms, ou sair de casa ainda mais cedo!


E hoje que precisava tanto de ter tomado um café antes de começar a trabalhar, nem  tempo tive para isso!

Coisas que me irritam quando se trabalha como freelancer

Adoro quando alteram a hora das reuniões em cima da hora e me dificultam tudo o resto que tenho agendado para a frente. Detesto ainda mais quando isto acontece com regularidade...  Mas antes isso do que desmarcar a reunião 10 minutos antes da mesma, depois de eu já me ter deslocado de uma cidade para a outra, propositadamente para a reunião (tal como já aconteceu. Mais do que uma vez...).

Um pouquinho Workaholic (ou simplesmente prática)

Hoje, quando cheguei ao trabalho, percebi que talvez seja um bocadinho workaholic, pela reação que uma das estagiárias que trabalha comigo no Serviço teve, ao ficar espantadíssima (e quase chocada) por eu lhe ter respondido a um e-mail às 6.30h da manhã. O que para mim é uma coisa algo normal e banal (se durante a semana acordo mais cedo do que é suposto, começo logo a adiantar trabalho e a responder a e-mails) para as outras pessoas é um comportamento algo bizarro.  Eu não tenho culpa de ter muuuuuita coisa para fazer esta semana (e na próxima, e na a seguir à próxima, e assim até ao final do mês) e aproveitar para rentabilizar o tempo sempre que posso...

A precisar urgentemente de férias (ou então, de colar um post-it na testa com os horários das coisas)

Hoje perdi uma hora da minha vida à espera. O problema não é estar à espera (que isso eu já estou habituada), o problema é o motivo da espera. Perdi uma hora da minha vida à espera porque tenho andado tão a mil que nem presto atenção aos horários das coisas e isto, aliado à minha exigência com a pontualidade em todos os meus compromissos, fez-me perder uma hora em nada, sentada a ver o tempo passar, numa altura em que tenho tantas coisas com que ocupar o tempo.
Hoje de manhã estive em formação a manhã toda. Acontece que o horário da formação já não é novidade para mim, mas hoje, não sei bem porquê, o meu relógio interno achou por bem adiantar 30 minutos.  Chego eu às 8.45h ao local de trabalho onde iria estar a dar formação, estacionei o carro, fui tomar um café à máquina, fui buscar o projetor e dois minutos antes das 9h fui chamar os formandos para a sessão. Quando fui chamar os formandos só estavam 3 de uma turma com muitos mais formandos (devia ter sido um sinal de alerta para al…

Boa segunda-feira

Constipação curada, perspectiva de uma semana mais solarenga, três dias de congresso pela frente,  mais dois dias de consultas, um curso em pós-laboral para terminar, despachar mais um assunto pendente relacionado com o casamento e (tentar) encaixar 2 ou 3 corridas pelo meio são os planos até sexta-feira. Às vezes fico surpreendida pela forma como consigo esticar o tempo.
Bora lá começar a semana.

Voltar aos tempos de estudante (e sair da zona de conforto)

Às vezes digo, em tom de desabafo, que gostava de voltar a estudar. Talvez porque tenha a noção de que nunca se sabe tudo e de que é indispensável estar constantemente a estudar para conseguir desempenhar o meu trabalho com rigor e de forma atualizada. Gostava de fazer uma pós-graduação mas o tempo nem sempre chega e o investimento também não é propriamente barato. Fazer doutoramento já esteve mais em perspectiva do que está agora. Os objetivos de vida mudam e, sinceramente, acho que neste momento não teria disponibilidade (mental e de tempo) para o rigor, exigência e cedências que um doutoramento exige. Mas o bichinho de estudar, de reciclar e acrescentar novos saberes mantém-se. 
Neste momento estou a preparar uma apresentação para participar num congresso internacional, sobre a minha área profissional e sobre aquilo em que trabalho. E de repente senti-me novamente estudante: pesquisar, ler artigos, sublinhar, voltar a pesquisar, fazer esquemas e passar isso tudo para uma apresenta…

Coisas de consultório

Hoje, no trabalho, numa das consultas da tarde, conversa entre mim e uma utente:
Eu: Então Sr.ª X, como é que tem andado nestes últimos dias? Ela: Ai doutora, tenho andado muito mal... Eu (achando que tinha havido um retrocesso na terapia...): Como assim? Pode-me explicar melhor porque é que tem andado muito mal? Ela: Tenho andado muito mal do meu joelho, umas dores horríveis (Depois de tantas consultas questiono-me se ela já se apercebeu que eu sou psicóloga e não médica) Eu: Mas já foi a algum médico ou especialista para ver o que é que tem? Ela: Sim, sim. Já fui a vários e também já estou a tomar três medicamentos diferentes: um que foi a minha vizinha que me deu, outro que o meu namorado me aconselhou porque a mãe dele toma o mesmo para a "atrós" (artrose) e outro que uma amiga minha também já tomou e disse que era muito bom! Eu: E o que é que os médicos lhe disseram? Ela: Cada um diz uma coisa diferente mas dizem que ou é uma "fatura" (fratura) no joelho ou um…

Inspira, expira e não pira

Domingo de manhã e eu a corrigir trabalhos dos estagiários de um dos sítios onde eu trabalho, porque eles não me enviaram os materiais no tempo estipulado para eu os corrigir e são precisos para amanhã...


Já falta pouco para entrar em "modo reset" à minha confusão mental atual

Percebi hoje que ando assoberbada de trabalho (e de assuntos extra-trabalho) e a precisar urgentemente de férias quando constatei que ontem escrevi um e-mail de trabalho, anexei os documentos que era suposto anexar, coloquei os endereços de e-mail das pessoas a enviar, mas... não carreguei na opção enviar!! Hoje quando cheguei à reunião onde iria ser discutido esse e-mail, perguntam-me pelo mesmo, eu toda convencida de tal digo que já o tinha enviado ontem e quando vou a confirmar, está o e-mail guardado nos rascunhos! Ups... um buraco para me enfiar por favor. Ainda bem que tinha o portátil comigo e tratei logo de enviar (efetivamente!) o e-mail. E posto isto, ainda bem que amanhã é o último dia de trabalho deste ano. Depois espera-me uma semana de férias (ou uma espécie de "mais ou menos férias" uma vez que já tenho uma série de coisas marcadas relacionadas com os assuntos casamento, casa e projeto social em que estou envolvida).

Como começar bem o dia

Adoro deslocar-me numa manhã cinzenta, chuvosa e fria, com o trânsito em estado lento, para uma reunião de trabalho, esperar (sem sucesso!) mais de meia hora pela pessoa com quem ia reunir e quando ligo com a pessoa para ver se se passava alguma coisa que justificasse tal atraso, a mesma me diz num tom muito moroso e monocórdico que tinha apontado mal a hora e que achava que a reunião era às 14h. É que é logo para uma pessoa ficar com uma disposição maravilhosa para o resto do dia. Com tanto trabalho e coisas para tratar extra trabalho, foi deitar uma manhã ao lixo. E posto isto, vou para casa arranjar alguma coisa para almoçar e seguir para o trabalho da tarde que isto de se trabalhar em mais do que um sítio exige muita ginástica.

Reflexões ensonadas

Ando a precisar tanto de uma noite de sono bem dormida que quando olho para  a facilidade com que o meu cão adormece e para as 725 sestas que ele faz ao longo do dia, tenho uma pontinha de inveja da vida do meu cão. Trabalho, organizar o casamento, procurar a casa ideal, integrar o projeto social em que me envolvi na minha freguesia, ter tempo para a família e ter vida social é capaz de estar a interferir com a qualidade do meu sono (e quantidade de horas que tenho para isso).
Neste momento, dormir iria fazer-me muito feliz.  Ou, pelo menos, ia ter mais energia para fazer todas as outras coisas que me deixam feliz.

Quem me manda andar com a cabeça no ar?

Os meus dias, por vezes, são uma agitação tão grande que chego ao fim do dia e nem sei bem qual foi a ginástica que eu fiz para conseguir encaixar tudo. Esta semana, na quarta-feira, tive uma reunião no Porto da parte da manhã. Como o dia ia ser longo, e como não sabia ao certo onde era o sítio onde ia ter a reunião, para além de ir mais cedo, decidi ir de sapatilhas para, caso tivesse de andar muito à procura do sítio ou o caminho fosse "difícil", de sapatilhas sempre era mais fácil e rápido. Lá pus o GPS, fiz-me à estrada, e quando o GPS me disse que estava perto foi tentar arranjar estacionamento (a meio da manhã, numa rua muito movimentada do Porto). Depois disso, foi andar pela rua de cabeça no ar, a olhar para os números das portas e para as placas a ver se encontrava o sítio. Acontece que tinha estado a chover antes. Acontece também, que indo eu atenta aos números das portas e às placas não estava propriamente a olhar para onde punha os pés. E eis que, no meio desta …

Auto-estima nos píncaros

Acho muito bem cada um saber valorizar-se, mas há quem leve este lema ao extremo, criando uma imagem pouco realista de si próprio (e isso não é valorizar-se, é enganar-se).  Hoje, em contexto de trabalho e numa avaliação psicológica que estou a realizar, saiu-me um fulano com uma auto-estima tão alta que às tantas ponderei abrir a janela para ela poder continuar a crescer à vontade.  Há coisas que a experiência e um olho mais atento denotam logo. Aquele tipo que me entra no gabinete com roupas de cores berrantes, calças justíssimas (sinceramente não sei como é que ele conseguiu ficar sentado tanto tempo sem ficar com má circulação), camisa desapertada quase até ao umbigo com os pelos do peito todos a sair e claramente em fase de crescimento após serem cortados (possivelmente rapados à lâmina), crucifixo ao peito, uma pulseira tão grossa que se atirasse aquilo à cabeça de alguém era capaz de causar sequelas para toda a vida, uma quantidade de gel no cabelo que dava para mais de meia d…

Música do primeiro dia de trabalho

Ultrapassado o primeiro dia de trabalho depois das férias de Verão, esta é a música que melhor descreve o meu humor de ontem que me obrigou a ir a Braga de propósito para uma reunião ao fim da tarde e que foi cancelada 10 minutos antes do início da mesma... depois de eu já lá estar!

Trabalhadores do Comércio - Tá quietinho ou levas no focinho -

Não vás dormir que não é preciso

Ando tão absorvida por um turbilhão de ideias que hoje quando dei por mim à ida para o trabalho, ia em direção à cidade errada. O que me vale é que de manhã saio sempre de casa com antecedência e dei conta do erro relativamente cedo,  caso contrário tinha chegado atrasada ao trabalho...

Prazos

Trabalhar com pessoas que não sabem cumprir prazos é coisa que me tira do sério. Tinha uma reunião hoje às 14h em que eu ia em representação de uma das entidades em que trabalho. Nesse sentido, definimos até à passada 6f para que as pessoas me enviassem as ideias que gostariam de ver discutidas na reunião. Pois que uma das big boss me envia o seu documento a escassos minutos de começar a reunião. E depois ainda tem a lata de me dizer "Bom trabalho, tudo depende de si!". Pois claro que tudo depende de mim, quando as pessoas não cumprem com os prazos e as suas obrigações...

Dia da vitamina D

E no seguimento de dias seguidos de muito trabalho, a tarde de hoje vai ser dedicada à vitamina D, que é como quem diz, a vegetar de papo para virada para o sol, mais a minha irmã. O que eu ansiava por uma tarde assim...

A desfalecer

É assim que me sinto, a desfalecer. À medida que o trabalho aparece em catadupa esta semana, a ansiedade sobe em dobro, o sono reduz para metade e a irritabilidade aumenta exponencialmente. Sei que consigo dar conta de tudo e espero conseguir cumprir com todos os prazos (mesmo aqueles um pouco irrealistas), mas esta semana o trabalho parece que surge por geração espontânea. E o pior é que as pessoas pedem-me tudo em cima da hora mas querem as coisas "para ontem".  Já não tinha memória de uma semana assim, este caos só costuma aparecer em Dezembro, nessa altura já estou preparada, não me comprometo com coisas que me roubem energia e tempo desnecessário e toda a minha atenção está focalizada. Agora ser apanhada assim, no meio de tantos prazos que caíram de pára-quedas, logo na semana em que me inscrevi em mais um curso de dois dias... logo esta semana que tenho um aniversário importante... logo esta semana que até o fim-de-semana já está preenchido com trabalho... Esta semana…

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