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A mostrar mensagens com a etiqueta desabafos

Dia Internacional do Obrigado

Aquela palavrinha tão simples e que, por vezes, muitas pessoas tem tanta dificuldade em dizer... A necessidade de haver um dia internacional do obrigado já diz muito sobre a urgência de incutir bons hábitos na pessoa. Eu diria que dizer obrigada é um dos nossos primeiros ensinamentos quando ainda somos crianças e os nossos pais nos ensinam como nos devemos comportar. Mas hoje em dia é assustador a quantidade de pessoas que parecem ter falhado no dia em que "foi dada esta lição". Curiosamente, ainda ontem no trabalho juntamente com outras colegas falava disto. Na nossa prática profissional lidamos com estagiários que estão a finalizar os seus estudos ao nível do ensino superior e temos de chegar ao ponto de, para além de os orientar na sua prática profissional, ter também de os orientar na boa educação e ensinar coisas tão simples como dizer "por favor" e "obrigada"!. E pronto, está o desabafo feito. Obrigada por me "ouvirem".

Observações no trânsito

Gosto de pessoas bem-dispostas no trânsito. Gosto quando as pessoas agradecem alguma manobra com um sorriso alargado. Gosto quando as pessoas agradecem alguma coisa sem ser com ar de frete ou com aquele erguer de mão automático sem sequer olhar para a pessoa que parou para eles entrarem ou que lhes facilitou alguma manobra sem terem que o fazer.  Aquelas pessoas que se metem à estrada a achar que é tudo deles ou que olham para nós com cara de quem foi às Finanças e não gostou dá-me vontade de ter na mão um tanque de guerra e passar-lhes por cima... Acho que estou a ficar muito agressiva nas palavras. Deve ser do avançar do dia. Ou então da fome.

Dilemeas no feminino

É sempre a mesma coisa: tanta roupa e nada para vestir. Preciso urgentemente de comprar roupa, sobretudo "partes de cima"!
Perco mais tempo a pensar (e a inventar) como conjugar as peças de sempre do que a fazer tudo o resto. No entanto, o guarda-roupa está cheio... Há aqui alguma coisa que não bate certo. Se calhar estou a precisar de fazer uma arrumação profunda ao guarda-roupa e desprender-me de muitos "monos" que estão aqui só a ocupar espaço e a dificultar a minha vida de manhã.

De cara feia com esta gripe

Ontem pus-me a olhar para a minha agenda até ao final do ano e a coisa está agradavelmente caótica. Significa isto que está cheia de trabalho e isto, para quem trabalha como freelancer é sempre uma excelente perspectiva. O que não é assim tão positivo é a gripe que me atacou em força desde ontem. Agora que eu precisava de todas as forças para chegar até ao final do ano sã e salva, de preferência com alguns fusíveis a funcionar em pleno é que sou atacada por esta maldita gripe. Caso para dizer "não havia necessidade!".

Obras em casa

Ter obras em casa é ter o chão coberto de panos há mais de uma semana, à espera que os senhores das obras venham e eles nunca mais aparecerem. Vieram cá uma primeira vez ver o que era, escavacar a casa-de-banho (a que fica dentro do meu quarto!), ver quais as paredes que são para pintar e dar um orçamento. Disseram que voltavam no início da semana seguinte e até agora nada. A modos que estou deste a segunda-feira da semana passada com parte da casa pouco funcional porque os senhores dizem sempre que "amanhã vamos!" mas o amanhã para eles nunca acontece. 
Tenho a minha casa-de-banho sem bidé, com um buraco no chão e na parede e já esteve pior... já esteve sem porta. O meu pai, homem extremamente habilidoso e dado às bricolages é que já voltou a pôr a porta no sítio para, pelo menos, fechar toda aquela bagunça. Ando tipo em versão férias (mas não no bom sentido) dentro da minha própria casa, com as minhas tralhas todas arrumadas em necessaires na casa de banho que é usada pel…

Para refletir

Ontem, quando estava a ver as notícias aterradoras sobre os incêndios no nosso pais, uma senhora que viu a sua casa a ser cercada pelas chamas comentou com o jornalista "hoje aprendi uma coisa: passamos a vida a acumular coisas e a minha vida está agora ali em quatro sacos". Esta frase foi como um soco no estômago. Fico mal disposta de ver notícias sobre os incêndios, um mau-estar que não sei explicar, mas se há notícias que me criam agonia são estas. Outro senhor, que por acaso é jornalista da TVI, habituado a dar notícias sobre os outros tornou-se ele próprio a notícia ao relatar como quase perdeu a sua casa na Madeira, ele, a irmã e os amigos. A voz falho-lhe e a emoção falou mais alto. E eu só penso como é que não se faz nada. Como é que os nosso políticos não fazem nada. Cada vez mais me convenço que, para alguns, os incêndios são um negócio. O mal é que há negócios que destroem vida, destroem o nosso país, destroem as pessoas.

Por favor, não!!

Homens deste país, não serei a primeira pessoa a fazer este alerta e certamente não serei a última: coçar as vossas partes intimas em público com a mesma "energia" de quem está com alguma alergia na dita zona, não é bonito de se ver. Pior do que não ser bonito, chega a ser repugnante o ar prazeroso com que vocês o fazem. E já que estou numa de apontar o dedo, também não é bonito nos dias de maior calor andarem com a T-shirt levantada, apoiada na pança saliente (geralmente coberta com uma carpete de pelos) e esfregarem a dita cuja como se fosse uma bola de cristal que vos vai dizer qual vai ser o vosso futuro. Eu que não tenho uma bola de cristal consigo, assim de repente, pensar em duas ou três coisas que vos podem acontecer de futuro. Mas isso deixo para mim. Mulheres, não se estejam ai a rir e a abanar com a cabeça porque algumas de nós, às vezes também deixam as boas maneiras na cama a dormir quando saem de casa. Andarem a tirar o fio dental do rabo como se andassem a fa…

O problema não és "tu" sou eu...

A semana passada fui a Mondim de Basto passar a tarde. Para quem me conhece, a pergunta óbvia seria "o que foste tu fazer para um sítio tão calmo e sossegado?!". Regra geral não gosto de sítios pacatos. Sítios onde o tempo demora a passar a mim põe-me com os nervos à flor da pele. Não fui feita para ser zen, com muita pena minha.  Uma coisa é ir passar um fim-de-semana a um sítio calmo, mas saber que nas redondezas próximas há coisas para fazer, há movimento, há distração e que depois volto a casa, à agitação do costume. Ou estar num hotel no meio do nada mas com todas as comodidades e regalias e passar o dia entre o spa, a cama ou a piscina a repor energias para depois voltar à carga. Ou ir para um sítio calmo mas com um grupo de amigos, um grupo animado e cheio de energia que faz com que não hajam horas mortas ou marasmo. Isso é uma coisa, agora estar num sítio onde constantemente se ouve o silêncio a mim incomoda-me. Durante um par de horas até gosto mas depois de tudo v…

A coleccionar histórias na segurança social

Não há vez nenhuma que vá à Segurança Social da minha cidade que não tenha algo para apontar. Desta vez foi logo com as senhas. Lá na Segurança Social da minha cidade há um funcionário encarregue de fazer uma triagem e distribuir a senha correspondente a cada pessoa que lá se desloca mediante o assunto a resolver. Chegada a minha vez lá lhe expliquei que era para tratar de um assunto referente aos escalões da Segurança Social e para esclarecer algumas dúvidas a essa respeito. Sem me perguntar mais nada lá me deu a senha de letra A. Após uma hora à espera, chega a minha vez, lá me dirijo ao balcão correspondente e quando explico o que me levou lá a resposta foi  "Oh menina, isso não é aqui, é na tesouraria!" Eu, sabendo já como a casa funciona (mal!) tive o seguinte diálogo e ingenuamente comecei assim:  - Foi a senhora das senhas que me entregou esta senha. O que faço agora? - Agora vai ter de ir tirar uma senha para a tesouraria. - E ir novamente para a fila? É que a falha…

Vão-se as unhas, ficam os dedos

Para os amantes dos Sugus como eu (obrigado cara-metade por acrescentares mais um vício à minha já extensa lista de coisas que devia riscar) vão compreender o meu desabafo: mas por que raio embrulham os Sugus como se fosse "abertura contra crianças"? E eu ainda tenho as unhas grandes para ir lá com a pontinha da unha tentar descolar o papel. Imagino quem tem as unhas curtinhas (e está desesperadamente à espera de enfiar goela abaixo o Sugu)...

Terrorismo

Terrorismo não é só bombas, atentados e massacres. Terrorismo é muito mais que isso. Terrorismo é instalar o medo nas pessoas, é destruir a ideia de segurança e proteção. É criar sociedades que não vivem porque estão tolhidas pelo medo. Hoje enquanto conversava com a minha mãe e lhe dizia que em Maio vou ao Rock in Rio a resposta dela foi imediata - "Será que é seguro? Não vai acontecer algo semelhante ao que aconteceu em Paris?!...". Já não fazemos as coisas da mesma maneira, já não vivemos da mesma forma. Hoje em dia a insegurança está ao virar da esquina.  Hoje em dia dou por mim a pensar, quando estou num sítio com muita gente "E se algum fanático se lembra de estoirar aqui com uma bomba?". Estes pensamentos não deviam ser normais. Não nos devíamos sequer lembrar de pensar coisas destas.

Desabafo de alguém que está cansada de estar com gripe

Fartinha desta gripe ou lá o que é que há mais de uma semana me está a pôr em baixo. Primeiro foram as dores de garganta, depois a tosse, seguiu-se o pingo, depois as dores de cabeça e mais recentemente dores de costas e (espantem-se!) dores nos maxilares! Se é para ser, que seja em grande. Com tudo e mais alguma coisa. Comigo é assim, vem sempre o pacote completo (e o Inverno ainda está longe...).
Algum médico desse lado para me fazer um diagnóstico à distância? Ou melhor ainda, para me indicar uma solução milagrosa para ver se fico boa de uma vez por todas? Estou cansada de estar deitada sempre que não estou a trabalhar, para ganhar forças para quando tenho de o ir fazer. Estou cansada de estar sem forças e sem energia, de falar anasalada e ter de andar sempre com os lenços atrás e a enfardar comprimidos para as dores.

Demasiado meticuloso para mim

Sou uma mulher prática no que toca às lides domésticas. Tudo o que exista para nos facilitar a vida na hora de virarmos donas de casa (desesperadas!) é uma bênção. É impensável pensarmos na nossa vida hoje em dia sem máquina de lavar roupa, aspirador, ferro de engomar elétrico, máquina de lavar loiça... E é precisamente a máquina de lavar loiça que ultimamente me põe a praguejar sempre que tenho de meter as coisas lá dentro. Bem, não é todas as coisas, é só os talheres. Cá em casa mudou-se de máquina de lavar loiça à coisa de um mês. A anterior morreu para a vida e então comprou-se uma nova. O problema é que esta ao invés de ter aqueles cestinhos típicos para os talheres tem uma gaveta fininha na parte de cima onde tem de se dispor os talheres ordenadamente tipo caixa de faqueiro.  Não imaginam o que eu praguejo de cada vez que tenho de estar ali a pôr garfo por garfo, com os dentes todos virados para o mesmo lado, separar os garfos, as colheres e as facas para que encaixe tudo bem! …

Post carregado de ironia

É que gosto daqueles condutores extremamente iluminados e altruístas que andam por essas estradas e quando vêem uma ambulância atrás com o sinal de emergência ligado e a tentar ultrapassar porque estão verdadeiramente numa situação de urgência, não se movem nem um milímetro para a sua direita e ainda acham que tem o maior direito de continuar a sua marcha como se nada fosse.  Era esborracharem-se na curva seguinte e ter de esperar uma eternidade à espera que chegasse uma ambulância a ver se aprendiam.

Pensamentos e reflexões noturnas em versão de desabafo

Estar a fazer um curso sobre luto em horário pós-laboral faz com que, às vezes, o caminho para casa depois do curso não seja fácil, seja acompanhado de muitos pensamentos profundos e reflexões. Às vezes o caminho para casa é feito com um nó na garganta. Pelas histórias partilhadas no curso, pelas memórias, pelas lembranças, pela saudade.

Montanha russa

Comecei o fim-de-semana de uma forma não muito positiva. Saber que ia ter de pagar IRS não é notícia que uma pessoa festeje. Praguejei, reclamei, passaram-me uma série de nomes feios para insultar a entidade (no abstrato) mas depois passou. Entretanto no domingo o Benfica foi campeão. E como sempre ouvi dizer, quando o Benfica ganha, deixa de se ouvir falar em crise e em desgraças no pais. E assim aconteceu. Esqueci o IRS, festejei e senti o que era festejar um bicampeonato. Entretanto, mesmo antes de saber se o Benfica seria ou não campeão no Domingo, fui à Casa do Benfica no Sábado comprar bilhetes para ir ver o glorioso à luz na última jornada. Só faltava saber se era ainda para sofrer ou só para festejar. Não havia ainda data para o jogo, mas atendendo às últimas seis épocas, a última jornada foi sempre ao Domingo.  No próximo Sábado tenho o casamento de um amigo de longa data mas sempre acreditei que o jogo seria no Domingo. Eu, o meu namorado e a minha irmã quisemos acreditar q…

Como começar o fim-de-semana com azia

Receber uma chamada da contabilista a informar que vamos ter de pagar IRS. Desde ontem que sempre que me lembro disto ocorrem-me logo uma série de palavrões para debitar de boca cheia. Eu que ganho uma ninharia no final do ano, ando o ano todo a controlar tostões e a evitar ao máximo despesas supérfluas para depois me virem ao bolso de forma descarada! E eu nem vou ter de pagar muito. Imagino aqueles que terão de pagar uma fortuna numa política económica toda ela subvertida. Malditos recibos verdes que só penalizam quem quer trabalhar! Tenho a sensação que em muitas circunstâncias mais valia estar quieta.

Pequeno desabado

Ter o estádio do Dragão como imagem de fundo numa reunião de trabalho não é propriamente o melhor cenário para um Benfiquista trabalhar. E pronto, era só isto. Agora vou só ali para a secretária trabalhar mais um pouco que o trabalho não se faz sozinho (recebesse eu em proporção ao que trabalho e neste momento estaria com um orçamento bem gordo a procurar destinos paradisíacos para ir de férias no Verão) e esperar que o investimento e trabalho prévio valham a pena.

Relembrem-me só em que estação é que estamos

Eu estava convencida que Abril já fazia parte da Primavera. Afinal parece que ainda faz parte do Inverno. Tenho um casamento daqui a quatro semanas e não me apetece ter de andar à procura de um casaco (já não basta a um mês do casamento ainda não ter roupa para levar, que será se ainda tiver de procurar um casaco. Detesto escolher roupa para casamentos!).

Nem sei porque é que ainda me espanto!

Ontem, quando saia de casa para ir para o trabalho passei por um incêndio. Por coincidência o incêndio ficava a escassos metros da casa da minha avó e por isso decidi parar, ver o que realmente se estava a passar, ver se estava tudo bem com os meus e se era preciso chamar ajuda para a situação em questão (não sou a típica portuguesa que adora ver desgraças e que não pode ver um acidente que se enfia logo em cima do acontecimento a mandar bitaites. Detesto ver desgraças. Fico logo a tremer e com um mau-estar generalizado. Não fosse a proximidade do incêndio à casa da minha avó nem sequer parava. Até porque os bombeiros já estavam a chegar).
Quando parei o carro, os dois primeiros carros de bombeiros tinham acabado de chegar, ainda mal tinham desenrolado as mangueiras. Rapidamente começaram carros a parar na estrada e a embaraçar o trânsito, pessoas a amontoar-se e a dificultar a passagem a quem estava realmente a fazer alguma coisa e, pior de tudo, quase em cima das chamas já estavam …

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